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  • Em Apicum-Açu centenas de pessoas foram às ruas em protesto por terem sido demitidas dos seus empregos.

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    Em Apicum-Açu centenas de pessoas foram às ruas nesta quarta-feira (03) em protesto por terem sido demitidas dos seus empregos.

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    Com palavras de ordem e exigindo que o gestor cumpra as obrigações, os manifestantes caminharam por diversas ruas da cidade. Por outro lado, a prefeitura alega dificuldades em honrar com futuros pagamentos desses servidores.

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    Em reunião com representantes do poder público no inicio de janeiro, ficou acordado que fariam as chamadas conforme as necessidades e obedecendo a  ordem de classificação. Acordo que ainda não foi cumprido. Pois ainda em janeiro, a prefeitura emitiu uma nota de esclarecimentos relatando os fatos. (Leia a nota na Íntegra)

    De acordo com os depoimentos dos concursado afastado, todos são aprovados no concurso de 2019, que já estavam prestando serviço ao município e foram exonerados pelo prefeito José Ribamar Ribeiro (Zequinha) por meio de decreto municipal n° 003 de 1° de janeiro de 2021, com base em uma ação popular do ministério público da Comarca de Bacuri, movida pelo vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos, Nilson Lopes, iniciativa que na visão dos manifestantes deixa claro o interesse pessoal e político, uma vez que o vice-presidente ocupa o cargo de secretário da atual gestão.

    Eles passaram meses estudando, se preparando para o curso, fizeram as provas, passaram receberam as portarias, começaram a trabalhar, mas foram exonerados e expulsos de seus postos de trabalho, hoje, se manifestam pedindo o emprego de volta. “Cara, é triste nós estarmos aqui fazendo manifesta que requere o que é nosso por direito, estudamos e passamos no concurso, agora temos que protestarmos para voltarmos aos nossos serviços”. Lamenta um manifestante.

    Para chamar a atenção do gestor e das autoridades, os concursados organizaram uma manifestação pacífica, saindo do Porto Tabatinga em caminhada até à prefeitura, com faixas e cartazes estampando frases de repúdio e reivindicações dos seus direitos.

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    “Estou aqui por uma questão de honra, porque meus pais se mudaram de praias, de um lugar para outro para colocar os filhos para estudar, eu consegui passar no concurso público, me sinto humilhado por ter passado tanto tempo em uma faculdade, para conseguir uma vaga de trabalho e agora ter que passar por essa humilhação. Estou aqui para honrar o esforço dos meus pais”, disse o professor Benedito Souza Cruz.

    No primeiro mês de gestação, Zequinha já compra briga com centenas de trabalhadores, que representam centenas de famílias prejudicadas com as demissões. “A imprensa deveria informar que a primeira medida da nova gestão da cidade de Apicum-Açu, foi afastar os servidores recém-nomeados, o que nos deixou indignados, pois tem pessoas sendo contratas e possivelmente ocupando nossos lugares, pois alguns de nós deixaram empregos em outras cidade para assumir seu novo emprego e ficam cem poder alimentar seus familiares com dignidade”. Disse uma profissional da saúde.

    De acordo com os manifestantes, que são concursados, foram empossados e na gestão do prefeito Zequinha, afastados por decisão judicial, tem vários pontos interessantes e que precisam de uma reflexão. “Tem dois pontos curiosos nessa situação, primeiro que o vice-presidente do Sindicato dos Servidores Públicos, Nilson Lopes que sempre defendeu todos os concursados foi quem fez a denúncia ao Ministério Público contra os servidores, outro ponto é que o prefeito era presidente de um sindicato que representava uma classe trabalhadora no estado do Pará, ambos conhecem a realidade da cidade.

    Para tanto, demonstra que nesta situação preferem de uma certa forma, oprimir pessoas que estudaram, esforçaram-se, prestaram um concurso e foram referidas a assumirem seus cargos.

    De acordo com os manifestantes, até o momento a gestão municipal não se pronunciou sobre as reivindicações e prometem  não parar de lutar até alcançarem seus objetivos.

    Entramos em contato com a assessoria do município para que manifeste-se sobre os fatos, onde deixamos espaço aberto.



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