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  • Wellington visitará baixada e litoral maranhense defendendo o novo piso salarial dos professores.

    Victor Farma - Conheça nossa história em nosso Instagram

    Dos 42 deputados estaduais que possuem a Assembleia Legislativa, Wellington do Curso (PSDB) foi o único que saiu em defesa dos professores do Maranhão. Em uma tentativa de garantir o cumprimento do novo piso salarial da categoria, Wellington tem participado de diversas manifestações e atos públicos promovidos na capital e no interior do estado.

    Na última quarta-feira (09), o deputado estadual Wellington do Curso estará visitando os municípios de Bequimão, Santa Helena, Cururupu, Serrano do Maranhão, Bacuri e Apicum-Açu. Segundo o deputado ele estará em Cururupu nos dias 17 ou 18 de fevereiro. A visita aos municípios tem o objetivo de apoiar os professores dos municípios que lutam pelo rateio das sobras dos recursos do FUNDEB para os profissionais da educação e pelo reajuste de 33,24% como determina a Lei Nacional do piso.

    O deputado Wellington têm protocolado oficios nas prefeituras por onde passa solicitando a cópia da folha de pagamento dos professores do ano de 2021 e cumprimento da Lei do Piso com a concessão do reajuste de 33,24% aos professores da rede municipal de ensino.

    ULTRAGAZ CURURUPU

    ULTRAGAZ CURURUPU

    Na última quinta-feira (10), Wellington participou de uma manifestação dos professores do estado, que se reuniram no Centro de São Luís para cobrar do governador Flávio Dino e do secretário de Felipe Camarão a implementação do novo piso salarial.

    “Em entrevista, o Secretário de Educação Felipe Camarão afirma que o estado do Maranhão paga 50% acima do piso nacional aos professores da rede estadual de ensino. Essa é mais uma mentira do governo de Flávio Dino, pois o Maranhão não cumpre a Lei Nacional do Piso, uma vez que a norma considera como piso o vencimento e, desde 2009, nenhuma outra vantagem pecuniária pode ser somada ao vencimento para que o valor obtido seja denominado piso como faz o governo Flávio Dino que soma o vencimento com a GAM para mentir dizendo que paga piso de R$ 7 mil aos professores do estado. Além disso, o governo não fez o rateio do FUNDEB como determina a lei. Diante disso, os professores ocuparam as ruas para protestar pelo reajuste e demais direitos e estivemos presentes, pois é inadmissível que Flávio Dino continue desvalorizando os educadores do nosso estado. Também iremos solicitar a presença do Secretário Felipe Camarão na Assembleia Legislativa para que preste os devidos esclarecimentos quando ao cumprimento da lei e rateio do FUNDEB, afinal, estamos falando de direitos assegurados por lei e os professores não estão pedindo favor”, disse o professor e deputado estadual Wellington do Curso.

    Após fortes cobranças ao governo, Wellington, mais uma vez, sofre ataques oriundos do Palácio dos Leões. Usaram a negociação de uma dívida trabalhista com um ex-professor do Curso Wellington para tentar denigrir a sua imagem. Atentos e esclarecidos, professores ignoraram investidas do governo contra o deputado.

    Estácio Pólo Cururupu

    Estácio Pólo Cururupu

    Enquanto isso, Wellington tem sido a voz dos professores na tentativa de conseguir o cumprimento do novo piso salarial e outras garantias para os professores.

    1 Comentário

    1. Ricardo disse:

      Professores da rede estadual da baixada maranhense vamos nos unir e fazer uma recepção bem calorosa ao nosso governador em Viana e Olinda e mostrar pra ele o quanto somos insatisfeitos com ele e vamos a luta pq o piso de 33.23% e nosso não é favor do governador nos conceder e obrigação vamos dá as respostas a esse maldito nas urnas fora Dino, volta Roseana para o sindicato dos professores ser mais ativo e atuante e cobrar de verdade os nossos direitos. Saudade daquele tempo q ficamos até acorrentados na assembleia por nossos direitos, Professores vamos mudar esse sindicato do PCdoB e não SINPROESSEMA até pq só defendem os direitos do Governo do Estado vamos mudar essa situação vamos botar o Prof Antônio Furtado vamos mudar chega de Júlio Pinheiro, Brussio, e C&A a décadas vivem desse sindicato

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