• Ex-vereador é preso após tentativa de feminicídio em Paço do Lumiar

    Na madrugada deste sábado (25), uma grave ocorrência no bairro Maiobão, em Paço do Lumiar, voltou a colocar em pauta a violência doméstica e o uso inadequado de armas de fogo. Helder Vagner Alves de Sousa, conhecido popularmente como VAVÁ LOUCURA TOTAL, ex-vereador da localidade, foi preso em flagrante durante o plantão criminal na Comarca da Ilha. Ele é acusado de ameaçar e portar uma arma de fogo ilegalmente, após uma tentativa de crime contra sua ex-esposa, com quem não aceitava o fim do relacionamento, de acordo com fontes bem informadas.

    Vagner e Franciane tiveram uma intensa paixão nos últimos anos, que se deteriorou devido a desgastes no relacionamento. A tentativa de disparos ocorreu em via pública, na Rua Joaquim Mochel, em frente à sede do SAMU do Maiobão.

    Segundo relatos, o ex-parlamentar fez pelo menos três tentativas de disparo contra a ex-mulher durante uma discussão acalorada em público. Por sorte, as balas não foram disparadas, pois a arma falhou, evitando um final ainda mais trágico. Testemunhas narraram cenas de pânico, com gritos e ameaças, que levaram à intervenção rápida da polícia, que imediatamente conduziu o suspeito à delegacia do Plantão Central do Maiobão.

    Sinspumuc
    Sinspumuc

    A prisão foi homologada pelo juiz plantonista, Dr. Flávio Roberto Ribeiro Soares, que validou a legalidade do ato e determinou a realização de uma audiência de custódia para avaliar a necessidade da prisão preventiva ou a adoção de outras medidas cautelares. O Ministério Público se manifestou a favor da audiência, enquanto a Defensoria Pública solicitou a liberdade provisória, alegando a inexistência de fundamentos concretos para a prisão preventiva — questão que agora será decidida pelo Judiciário.

    ULTRAGAZ CURURUPU
    ULTRAGAZ CURURUPU

    Esse caso se torna ainda mais alarmante por envolver violência contra a mulher, ocorrida em um contexto de inconformismo com o término do relacionamento. A atuação ágil das autoridades na segurança pública e do Judiciário ajudou a prevenir um possível feminicídio, ressaltando a urgência de respostas eficazes do Estado em situações de risco iminente, principalmente quando há armas de fogo e um histórico de conflitos familiares.

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