• Sonar da Marinha ajuda nas buscas por crianças desaparecidas em Bacabal

    A força-tarefa que está em busca das crianças Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, que desapareceram no dia 4 de janeiro, recebeu um importante suporte tecnológico com a chegada da Marinha do Brasil. Desde o último domingo, dia 18, militares especializados começaram a utilizar um sonar avançado para inspecionar as áreas aquáticas da região.

    Capitão Ademar Augusto ao lado do secretário de Segurança Maurício Martins

    O Capitão de Mar e Guerra da Marinha no Maranhão, Ademar Augusto Simões Júnior, explicou durante uma coletiva que o dispositivo utilizado é um side scan sonar, o mesmo tipo de equipamento que foi empregado em operações precedentes de grande importância, como a busca após o colapso da ponte entre Estreito (MA) e Tocantins.

    Esse sonar funciona por meio da emissão de ondas sonoras que criam rapidamente imagens do ambiente subaquático. “O sonar escaneia o leito do rio, a coluna d’água e o fundo. As imagens geradas em tempo real permitem a identificação de anomalias no ambiente submerso”, detalhou o oficial. A capacidade de identificar essas anomalias torna o trabalho de mergulhadores e outras equipes mais eficiente, aumentando a precisão e reduzindo o tempo de busca.

    Sinspumuc
    Sinspumuc
    ULTRAGAZ CURURUPU
    ULTRAGAZ CURURUPU

    A área de foco definida para as buscas foi estabelecida com base no relato de Anderson Kauan, primo das crianças, que foi encontrado dias após o desaparecimento. Kauan indicou que o último local conhecido onde esteve com Ágatha e Allan é a “Casa Caída”, um abrigo improvisado na mata onde supostamente passaram a noite.

    Desde o desaparecimento das crianças, uma grande mobilização tem ocorrido, envolvendo a Polícia Civil e Militar, Corpo de Bombeiros, Exército, Marinha e mais de mil voluntários. Apesar de todo o empenho e da nova tecnologia, ainda não surgiram pistas concretas sobre o paradeiro de Ágatha e Allan.

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