• Educação em foco: Adélia Oliveira, presidente do SINSPUMUC cobra valorização e direitos dos educadores em Cururupu

    Educação em foco: Adélia Oliveira, presidente do SINSPUMUC cobra valorização e direitos dos educadores em Cururupu

    A tensão política voltou a ganhar força em Cururupu, após o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Cururupu (SINSPUMUC) realizar manifestação na manhã da última quinta-feira em frente ao Salão do Júri, local onde ocorreu a sessão da Câmara Municipal de Cururupu.

    Os professores sindicalistas alegam negligência tanto da Secretaria Municipal de Educação quanto do parlamento municipal na apreciação do Projeto de Emenda ao Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) do Magistério.

    ULTRAGAZ CURURUPU
    ULTRAGAZ CURURUPU

    Segundo o sindicato, a categoria recebeu informações de que o projeto já teria sido oficialmente encaminhado pelo Executivo à Câmara. No entanto, até o momento, não houve votação nem avanço significativo na tramitação.

    Impasse sobre o envio do projeto

    A redação do Blog do Cláudio Mendes buscou esclarecimentos e apurou versões divergentes.

    A gestão do prefeito Aldo Luís Borges Lopes e do vice-prefeito Gustavo Pestana, por meio da Secretaria Municipal de Educação, comandada pelo secretário João Carlos Braga, ainda não confirmou oficialmente que o projeto foi encaminhado ao Legislativo.

    Por outro lado, assessores e vereadores da base governista na Câmara afirmam que o documento ainda não foi protocolado pelo Poder Executivo. Ou seja, segundo essa versão, o projeto não teria sido enviado ao presidente da Casa, vereador Professor Josean Almeida, para análise e votação.

    O desencontro de informações ampliou o clima de incerteza e elevou o debate político no município.

    O que prevê o projeto

    A proposta do novo PCCR trata de pontos considerados centrais para os profissionais da educação:

    • Organização das classes do magistério

    • Interstício de 3% entre referências

    • Garantia de férias e recesso

    • Atualização da tabela salarial

    Com 483 profissionais impactados diretamente, a categoria cobra agilidade. Para os sindicalistas, a demora representa desvalorização dos educadores. A professora Adélia Oliveira, presidente do Sinspumuc afirmou durante o ato que a categoria exige respeito e celeridade no tratamento da pauta.

    A manifestação reuniu professores e apoiadores. A principal reivindicação é que o projeto seja oficialmente apresentado, entre em pauta e seja votado com urgência, garantindo segurança jurídica e direitos da categoria.

    Pressão política e críticas à postura do Legislativo

    Nos bastidores, a pressão cresce. Parte da população questiona a falta de clareza sobre a tramitação do projeto, enquanto aliados da gestão sustentam que o Executivo já teria cumprido sua responsabilidade institucional e que esta aberto a ajudar a classe.

    Profissionais da educação também levantam questionamentos sobre a postura do presidente da Câmara. Educadores lembram que, durante a gestão da ex-prefeita Professora Rosinha, o atual chefe do Legislativo atuava ativamente na direção do sindicato, participando de reuniões e mobilizações em defesa da categoria.

    Agora, segundo relatos de professores, há cobrança por um posicionamento mais claro e público do vereador sobre o PCCR. As críticas refletem o desgaste político do momento e evidenciam a expectativa de que o tema seja tratado com prioridade institucional.

    O que está em jogo?

    ✔️ Valorização salarial
    ✔️ Estruturação de carreira
    ✔️ Segurança jurídica para os profissionais
    ✔️ Cumprimento de direitos previstos em lei

    A educação municipal vive um momento decisivo. O impasse sobre o envio e a tramitação do projeto colocou Executivo e Legislativo sob pressão e ampliou o debate público.

    Sinspumuc
    Sinspumuc

    O Blog do Cláudio Mendes seguirá acompanhando os desdobramentos e buscará ouvir oficialmente todos os envolvidos para esclarecer à população o real estágio do Projeto de Emenda ao PCCR do Magistério.

    A expectativa agora recai sobre os próximos passos do Poder Executivo e da Câmara Municipal para dar transparência e solução ao impasse.

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