
Nos últimos anos, Iracema Vale se estabeleceu como uma figura proeminente na política do Maranhão. Ela enfrentou perseguições e pressões, mas nunca se deixou desanimar. Ao invés disso, respondeu com determinação e uma forte presença institucional.
Esse comportamento desafiante tem causado estranhamento em setores que estavam habituados a um outro tipo de liderança na Assembleia Legislativa. Para muitos, a ideia de uma mulher no comando do parlamento maranhense que exerce sua autoridade com firmeza e estabelece limites é difícil de aceitar.
Esse cenário resultou na crescente visibilidade de Iracema. Ela não é mais apenas uma liderança que atua internamente, mas uma participante ativa e reconhecida no amplo debate político do Estado.

Sob sua presidência, a Assembleia não se tornou um mero palco cerimonial. Iracema toma decisões, pauta assuntos e resolve conflitos de maneira firme, sem atuar como um mero instrumento para interesses externos. Essa postura não apenas fortaleceu a instituição, mas também gerou resistências.
Mesmo diante de ataques públicos e manobras nos bastidores, Iracema manteve sua posição sem se deixar abalar ou recorrer ao discurso de vitimização.
Ela optou por continuar a agir com institucionalidade, uma escolha que paradoxalmente aumentou seu peso político. Iracema conseguiu o raro equilíbrio entre lealdade política e autonomia, mantemos alianças e dialogando com diversos setores, enquanto preserva a independência da Assembleia.
Essa série de fatores levou seu nome a ser mencionado com naturalidade nas discussões sobre a formação da chapa majoritária de 2026, não como uma pressão ou um anúncio antecipado, mas como uma possibilidade concreta e viável.





