
O presidente da Comissão de Educação, vereador Ebenilson Ascalha, destacou a importância do diálogo antes da votação:
“Não considero justo aprovar um projeto sem ouvir as pessoas envolvidas diretamente. Por isso solicitei que antes de ser colocado em votação, os professores fossem ouvidos”, afirmou.
Atendendo à solicitação, o presidente do SINSPUMUC, professor Luilton Lima, e demais diretores do sindicato concordaram em promover a reunião, que contou com a participação dos vereadores Roberto Pestanas (membro da comissão), Hellen Maravilha (suplente) e Adaildo Borges (autor da matéria e relator da Comissão de Constituição e Justiça – CCJ).


Debate sobre o projeto
Durante a reunião, os professores receberam explicações detalhadas sobre o projeto de lei, que segue modelo já adotado em outros municípios e no Estado. Os profissionais puderam esclarecer dúvidas e compreender os possíveis benefícios e impactos da proposta.
Após as discussões, ficou definido que o sindicato, juntamente com os professores que possuem duas matrículas, se reunirá com os setores jurídico e contábil da entidade para avaliar adequações necessárias.
Dessa forma, o projeto não será votado nesta quarta-feira (19), sendo analisado somente após os pareceres técnicos do sindicato e da Câmara.






