Neto Evangelista se posiciona sobre fogos de artifício e autismo; deputado defende respeito e compreensão
O deputado estadual Neto Evangelista se manifestou nas redes sociais sobre a discussão envolvendo o uso de fogos de artifício com estampido e os impactos que o barulho pode provocar em pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Em uma publicação compartilhada pelo parlamentar, aparece a frase: “Agora não pode mais soltar foguete por causa dos autistas mimados que não podem escutar.” Na sequência, o posicionamento faz uma contraposição à ideia de que medidas de proteção e respeito às pessoas sensíveis ao som representariam o fim da diversão.

A mensagem destaca que “não é sobre tirar a diversão de ninguém”, mas reconhecer que sons intensos podem representar sofrimento para algumas pessoas.
“Quando a gente entende isso, percebe que respeitar o outro não diminui a nossa liberdade. Só aumenta o tamanho da nossa humanidade.”
O texto também defende uma postura de maior compreensão diante das diferenças, concluindo com um apelo por “menos julgamento e mais compreensão”.
Debate sobre fogos com estampido
A utilização de fogos de artifício com forte impacto sonoro é tema recorrente de debates em municípios brasileiros. A preocupação envolve principalmente pessoas com hipersensibilidade auditiva, incluindo parte da população autista, além de idosos, crianças e animais.
A manifestação atribuída ao deputado coloca o tema no campo da convivência social e da necessidade de conciliar tradições e comemorações com o respeito às pessoas que podem sofrer com ruídos intensos.
O posicionamento foi divulgado nas redes sociais e pode ser conferido na publicação original compartilhada pelo parlamentar.
Fonte: redes sociais / Instagram de Neto Evangelista.
“Agora não pode mais soltar foguete por causa dos autistas mimados que não podem escutar.”
Antes de tudo, é preciso entender uma coisa. Não é sobre tirar a diversão de ninguém. É sobre reconhecer que, para algumas pessoas, aquele barulho que parece tão simples pode significar sofrimento.
Quando a gente entende isso, percebe que respeitar o outro não diminui a nossa liberdade. Só aumenta o tamanho da nossa humanidade.
E talvez seja disso que a gente esteja precisando. Menos julgamento e mais compreensão.





